Na próxima 2f festeja-se, em terras americanas, o equivalente ao nosso Dia do Trabalhador (estes tipos têm de ser diferentes em tudo, até nos dias em que celebram os feriados).
O escritório vai estar fechado e, por isso, o fds vai ser prolongado - para muitos, ainda mais prolongado do que o normal, já que entre ontem e hoje já muita gente se meteu a caminho, por forma a aproveitar em pleno estes últimos diazitos de Verão.
E eu, para festejar em grande o dia do trabalhador, decidi embarcar numa girls trip... e que melhor sítio do que LAS VEGAS????
Já estou em absoluto countdown! :-)
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
E temos candidato...
Estes dias têm sido dominados pela Convenção Democrata que está a decorrer em Denver e terá o seu final apoteótico esta noite, com o discurso (muito esperado) de Obama, em frente a 75.000 pessoas - no exacto dia em que se celebram 45 anos do mundialmente famoso "I have a Dream" discurso proferido por Martin Luther King Jr.
Ontem à noite os representantes democratas confirmaram, por unanimidade, Barack Obama como o seu candidato às eleições presidenciais de Novembro e Joe Biden como o proposto vice-presidente.
A noite foi de festa, com Bill Clinton a dar o seu contributo pessoal e Obama a aparecer, de surpresa, no fim do discurso do homem que escolheu para seu vice.
As noites anteriores foram marcadas no feminino - primeiro Michelle Obama a "abrir oficialmente as hostilidades" na 1ª noite da Convenção e, depois, Hillary Clinton a não deixar margem para dúvidas que apoia Obama e que espera que os democratas o façam também.
E vai ser mesmo preciso que os americanos se mobilizem no apoio a Obama, se querem que este ocupe a Casa Branca - as sondagens são-lhe cada vez menos favoráveis...
No próximo mês terá lugar a Convenção Republicana, que se espera que seja, igualmente, um verdadeiro espectáculo televisivo.
Ontem à noite os representantes democratas confirmaram, por unanimidade, Barack Obama como o seu candidato às eleições presidenciais de Novembro e Joe Biden como o proposto vice-presidente.
A noite foi de festa, com Bill Clinton a dar o seu contributo pessoal e Obama a aparecer, de surpresa, no fim do discurso do homem que escolheu para seu vice.
As noites anteriores foram marcadas no feminino - primeiro Michelle Obama a "abrir oficialmente as hostilidades" na 1ª noite da Convenção e, depois, Hillary Clinton a não deixar margem para dúvidas que apoia Obama e que espera que os democratas o façam também.
E vai ser mesmo preciso que os americanos se mobilizem no apoio a Obama, se querem que este ocupe a Casa Branca - as sondagens são-lhe cada vez menos favoráveis...
No próximo mês terá lugar a Convenção Republicana, que se espera que seja, igualmente, um verdadeiro espectáculo televisivo.
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Grease
Once upon a time... nesse mítico ano de 1978...


John Travolta e Olivia Newton-John protagonizaram um filme chamado Grease, que ficou para a história dos musicais e deu a conhecer ao mundo algumas canções (ainda hoje) emblemáticas, tais como Summer Nights, Greased Lightning e You're the one that I want.
Eu nunca tinha visto o filme e aliás, não fazia grande questão de o ver, convencida que estava que se tratava de mais um Saturday Night Fever (que, na verdade, também nunca vi...) e que, por isso, expressava o pior do que foi feito nos anos 70.
Mas o Chicago Outdoor Film Festival acabava ontem, e eu ainda não tinha tido oportunidade de ver nenhum dos filmes (todos eles bem antigos, muitas vezes ainda a preto e branco) apesar de ter começado em meados de Julho (e ter exibido um filme todas as 3f), pelo que decidi não deixar passar mais esta oportunidade e lá me meti a caminho do Grant Park com a minha cadeira portátil (era isso, ou ficar em casa a ver o discurso da Clinton na Convenção Democrata...).
E qual não foi o meu espanto quando, chegados lá, nos apercebemos da imensidão de gente que ali estava - com as suas cadeiras ou mantas, as suas garrafas de vinho e as batatas fritas. Era um mar de gente de perder de vista, com milhares de pessoas dispostas na relva em frente ao ecrã gigante, religiosamente à espera do começo do filme (é verdade, este festival de cinema ao ar livre é inteiramente gratuito).
E valeu muito a pena! O filme é bem giro, as músicas são conhecidas, o público ia contribuindo de forma activa - cantando algumas das músicas, marcando o ritmo de outras, apaludindo e rindo das piadas, como se estivéssemos, intimamente, no sofá de uma pequena sala entre amigos, entre comida e bebida, e não no meio de uma multidão de peso.
E no final, cada um pegou na sua cadeirinha, manta, garrafas, copos de plástico e saco do lixo, e se encaminhou lentamente para casa.
Tive muita pena de não ter aproveitado mais este festival - estou desejosa que ele recomece, no próximo Verão!
Eu nunca tinha visto o filme e aliás, não fazia grande questão de o ver, convencida que estava que se tratava de mais um Saturday Night Fever (que, na verdade, também nunca vi...) e que, por isso, expressava o pior do que foi feito nos anos 70.
Mas o Chicago Outdoor Film Festival acabava ontem, e eu ainda não tinha tido oportunidade de ver nenhum dos filmes (todos eles bem antigos, muitas vezes ainda a preto e branco) apesar de ter começado em meados de Julho (e ter exibido um filme todas as 3f), pelo que decidi não deixar passar mais esta oportunidade e lá me meti a caminho do Grant Park com a minha cadeira portátil (era isso, ou ficar em casa a ver o discurso da Clinton na Convenção Democrata...).
E qual não foi o meu espanto quando, chegados lá, nos apercebemos da imensidão de gente que ali estava - com as suas cadeiras ou mantas, as suas garrafas de vinho e as batatas fritas. Era um mar de gente de perder de vista, com milhares de pessoas dispostas na relva em frente ao ecrã gigante, religiosamente à espera do começo do filme (é verdade, este festival de cinema ao ar livre é inteiramente gratuito).
E valeu muito a pena! O filme é bem giro, as músicas são conhecidas, o público ia contribuindo de forma activa - cantando algumas das músicas, marcando o ritmo de outras, apaludindo e rindo das piadas, como se estivéssemos, intimamente, no sofá de uma pequena sala entre amigos, entre comida e bebida, e não no meio de uma multidão de peso.
E no final, cada um pegou na sua cadeirinha, manta, garrafas, copos de plástico e saco do lixo, e se encaminhou lentamente para casa.
Tive muita pena de não ter aproveitado mais este festival - estou desejosa que ele recomece, no próximo Verão!
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Festa
E porque não é todos os dias, há que festejar devidamente os aniversários.
Por isso, este ano juntei o útil ao agradável e festejei os anos a dobrar - ou seja, em ambos os lados do Atlântico.

A festa chicaguense foi este domingo, e serviu para - oficialmente - apresentar a casa aos amigos (coisa que era devida há uns bons meses...).

Foram umas horas bem agradáveis de convívio entre queijos e chouriços, salgados e fondue de chocolate, garrafas de vinho e latas de cerveja - e licor de alfarroba trazido directamente da feira medieval de Silves!
Por isso, este ano juntei o útil ao agradável e festejei os anos a dobrar - ou seja, em ambos os lados do Atlântico.

A festa chicaguense foi este domingo, e serviu para - oficialmente - apresentar a casa aos amigos (coisa que era devida há uns bons meses...).


Foram umas horas bem agradáveis de convívio entre queijos e chouriços, salgados e fondue de chocolate, garrafas de vinho e latas de cerveja - e licor de alfarroba trazido directamente da feira medieval de Silves!
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Eddie Vedder
Ainda mal refeita do regresso a Chicago (e ao trabalho...), lá fui eu, na 6f à noite, ver Eddie Vedder, a solo, num concerto acústico num pequeno auditório de uma das universidades da cidade.
O concerto em si incluiu músicas da banda sonora do filme "Into the Wild", sucessos intemporais dos Pearl Jam e versões dos The Who e Bob Dylan, que levaram a assistência ao rubro em diversas ocasiões.
Foi um concerto para (super) fãs, intimista, cheio de emoções - o Eddie Vedder sozinho em palco, no meio de guitarras, e o público em frente a ele, vergado pelo seu talento, a absorver cada música, cada história da sua infância, cada manifestação do artista.
Não faltaram discursos anti-Bush, manifestações sentidas contra a guerra, apologias do Obama; mas também falou dos anos que viveu nos subúrbios de Chicago (quem diria...), dos amigos que fez, das pessoas emblemáticas da cidade que teve o prazer de conhecer ao longo destes anos.
Aliás, Eddie Vedder tocou e cantou uma música nova inteiramente dedicada aos Chicago Cubs, a qual foi, aparentemente, um pedido especial de um famoso ex-jogador (quando o nome dele foi mencionado, a assistência foi ao rubro, e só meia dúzia de pessoas - incluindo eu - ficaram sem perceber exactamente o que se passava... o que vale é que fiquei amiga da minha companheira do lado no concerto, e ela ia-me pondo ao corrente do que se ia passando e quem eram as pessoas que ele ia referindo de vez em quando...).
Valeu mesmo muito a pena ter assistido a este concerto, o qual ficará, sem sombra de dúvida, especialmente guardado nas minhas memórias de Chicago.
PS - Guess what? O próprio Sean Penn apareceu em palco para cantar na última música...
O concerto em si incluiu músicas da banda sonora do filme "Into the Wild", sucessos intemporais dos Pearl Jam e versões dos The Who e Bob Dylan, que levaram a assistência ao rubro em diversas ocasiões.
Foi um concerto para (super) fãs, intimista, cheio de emoções - o Eddie Vedder sozinho em palco, no meio de guitarras, e o público em frente a ele, vergado pelo seu talento, a absorver cada música, cada história da sua infância, cada manifestação do artista.
Não faltaram discursos anti-Bush, manifestações sentidas contra a guerra, apologias do Obama; mas também falou dos anos que viveu nos subúrbios de Chicago (quem diria...), dos amigos que fez, das pessoas emblemáticas da cidade que teve o prazer de conhecer ao longo destes anos.
Aliás, Eddie Vedder tocou e cantou uma música nova inteiramente dedicada aos Chicago Cubs, a qual foi, aparentemente, um pedido especial de um famoso ex-jogador (quando o nome dele foi mencionado, a assistência foi ao rubro, e só meia dúzia de pessoas - incluindo eu - ficaram sem perceber exactamente o que se passava... o que vale é que fiquei amiga da minha companheira do lado no concerto, e ela ia-me pondo ao corrente do que se ia passando e quem eram as pessoas que ele ia referindo de vez em quando...).
Valeu mesmo muito a pena ter assistido a este concerto, o qual ficará, sem sombra de dúvida, especialmente guardado nas minhas memórias de Chicago.
PS - Guess what? O próprio Sean Penn apareceu em palco para cantar na última música...
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
De volta
As férias passaram, literalmente, a correr (de norte a sul de Portugal), e o regresso a Chicago chegou num ápice!
Não tive tempo para tudo o que queria nem consegui ver toda a gente, mas foi bom matar saudades da língua, da comida, da praia e das pessoas.
Desilusão, desilusão, foi o tempo - o Verão tem sido fraquito em Portugal, aparentemente, e as noites, principalmente, estavam frias e ventosas.
Por isso, quando ontem à noite meia dúzia de tugas se reuniram em Chicago à volta de uma mesa de sushi, foi com agrado que constatei que, por cá, o Verão continua (dia e noite) agradavelmente quente, e que os casacos ainda não são necessários - há que aproveitar enquanto assim é!
Não tive tempo para tudo o que queria nem consegui ver toda a gente, mas foi bom matar saudades da língua, da comida, da praia e das pessoas.
Desilusão, desilusão, foi o tempo - o Verão tem sido fraquito em Portugal, aparentemente, e as noites, principalmente, estavam frias e ventosas.
Por isso, quando ontem à noite meia dúzia de tugas se reuniram em Chicago à volta de uma mesa de sushi, foi com agrado que constatei que, por cá, o Verão continua (dia e noite) agradavelmente quente, e que os casacos ainda não são necessários - há que aproveitar enquanto assim é!
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