quinta-feira, 11 de novembro de 2010
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
terça-feira, 9 de novembro de 2010
domingo, 7 de novembro de 2010
Visita a uma fazenda
No sábado fui convidada para uma almoçarada (com degustação de vinhos) numa fazenda em Itu, uma pequena localidade nos arredores de São Paulo que se tornou famosa por ter sido o berço do movimento republicano brasileiro.
Para (não) variar, foi uma tarde relaxante com muita comida e bebida (curiosamente os vinhos eram todos portugueses!).





Para (não) variar, foi uma tarde relaxante com muita comida e bebida (curiosamente os vinhos eram todos portugueses!).
Location:Itu, estado de São Paulo
sábado, 6 de novembro de 2010
Um pouco mais de civismo, sff
São Paulo tem muitas coisas boas, mas as suas ruas são uma autêntica selva!
Comecemos pelos peões (pedestres, na terminologia brasileira)...
Entre prédios e carros, os peões sentem-se perdidos, ameaçados, sempre em alerta máximo.
As passadeiras de peões existem, mas não são respeitadas - os condutores não páram nas passadeiras e, se necessário for, ainda aceleram para nem dar tempo para o peão se atrever a avançar.
Escusado será dizer que, depois de 3 anos a viver numa cidade muito civilizada, em que o peão tem sempre prioridade, a falta de civismo dos condutores brasileiros para com os "pedestres" não cessa de me chocar (que coisa de 5º mundo!). E como nem sempre me lembro que eles não páram, às vezes lá tenho que correr para salvar a vida...
Mas andar em 4 rodas também não é muito melhor... Entre autocarros que tiram constantemente partido da sua dimensão para se imporem quando e como querem (atirando-se, literalmente, para cima das outras faixas de rodagem, sem respeitar ninguém), até aos carros que decidem manter-se na faixa de rodagem da esquerda até 5 segundos antes de quererem sair à direita, vale tudo para sobreviver nas ruas de São Paulo.
Para além da falta de civismo rodoviário, ainda temos a acrescentar as questões de segurança, especialmente à noite - por exemplo, os paulistanos raramente páram à noite nos semáforos, com medo da violência urbana tão característica do Brasil. E o mesmo acontece no Rio de Janeiro, etc.
Em suma, ainda bem que em São Paulo tenho tido o enorme privilégio de ser conduzida para todo o lado (ainda para mais, por condutores paulistanos muito experientes), e não tive que alugar carro e desenvencilhar-me nesta selva (se bem que tenho de confessar que a experiência rodoviária de LA, dentro deste género, deu-me alguma estaleca extra).
PS - E já para não falar do trânsito caótico na cidade que, a juntar às enormes distâncias entre bairros, faz com que facilmente se percam cerca de 2h para ir de um bairro ao outro...
Comecemos pelos peões (pedestres, na terminologia brasileira)...
Entre prédios e carros, os peões sentem-se perdidos, ameaçados, sempre em alerta máximo.
As passadeiras de peões existem, mas não são respeitadas - os condutores não páram nas passadeiras e, se necessário for, ainda aceleram para nem dar tempo para o peão se atrever a avançar.
Escusado será dizer que, depois de 3 anos a viver numa cidade muito civilizada, em que o peão tem sempre prioridade, a falta de civismo dos condutores brasileiros para com os "pedestres" não cessa de me chocar (que coisa de 5º mundo!). E como nem sempre me lembro que eles não páram, às vezes lá tenho que correr para salvar a vida...
Mas andar em 4 rodas também não é muito melhor... Entre autocarros que tiram constantemente partido da sua dimensão para se imporem quando e como querem (atirando-se, literalmente, para cima das outras faixas de rodagem, sem respeitar ninguém), até aos carros que decidem manter-se na faixa de rodagem da esquerda até 5 segundos antes de quererem sair à direita, vale tudo para sobreviver nas ruas de São Paulo.
Para além da falta de civismo rodoviário, ainda temos a acrescentar as questões de segurança, especialmente à noite - por exemplo, os paulistanos raramente páram à noite nos semáforos, com medo da violência urbana tão característica do Brasil. E o mesmo acontece no Rio de Janeiro, etc.
Em suma, ainda bem que em São Paulo tenho tido o enorme privilégio de ser conduzida para todo o lado (ainda para mais, por condutores paulistanos muito experientes), e não tive que alugar carro e desenvencilhar-me nesta selva (se bem que tenho de confessar que a experiência rodoviária de LA, dentro deste género, deu-me alguma estaleca extra).
PS - E já para não falar do trânsito caótico na cidade que, a juntar às enormes distâncias entre bairros, faz com que facilmente se percam cerca de 2h para ir de um bairro ao outro...
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
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